131

INDEX

PRÓLOGO DA REGRA (pag. 2)

PRÓLOGO DA REGRA (pag. 3)
RB PRÓL. 1-7 (pag. 3)
DECLARATIO ARTS. 1-2 (pag. 3)
RB PRÓL. 8-13 (pag. 4)
RB PRÓL. 14-20 (pag. 4)
DECLARATIO ART.11 (pag. 5)
RB PRÓL. 21-32 (pag. 5)
RB PRÓL. 33-38 (pag. 6)
DECLARATIO ART. 12 (pag. 7)
RB PRÓL. 39-44 (pag. 7)
RB PRÓL. 45-50 (pag. 8)
DECLARATIO ARTS. 13-14 (pag. 8)

CAPÍTULO 1 DOS GÊNEROS DE MONGES (pag. 10)
RB 1,1-5 (pag. 10)
RB 1,6-13 (pag. 10)
DECLARATIO ARTS. 79-80 (pag. 11)

CAPÍTULO 2 COMO DEVE SER O ABADE (pag. 12)
RB 2,1-10 (pag. 12)
RB 2,11-15 (pag. 12)
DECLARATIO ARTS. 94-96 (pag. 13)
RB 2,16-22 (pag. 14)
DECLARATIO ARTS. 97-98 (pag. 14)
RB 2,23-29 (pag. 15)
DECLARATIO ART. 115 (pag. 15)
RB 2,30-32 (pag. 16)
RB 2,33-40 (pag. 16)
DECLARATIO ART. 123 (pag. 16)

CAPÍTULO 3 DA CONVOCAÇÃO DOS IRMÃOS A CONSELHO (pag. 17)
RB 3,1-6 (pag. 17)
RB 3,7-13 (pag. 18)
DECLARATIO ARTS. 102-107 (pag. 18)

132

CAPÍTULO 4 QUAIS SÃO OS INSTRUMENTOS DAS BOAS OBRAS (pag. 20)
RB 4,1-21 (pag. 20)
RB 4,22-43 (pag. 20)
RB 4,44-62 (pag. 21)
RB 4,63-78 (pag. 22)
DECLARATIO ARTS. 46-47 (pag. 22)

CAPÍTULO 5 DA OBEDIÊNCIA (pag. 23)
RB 5,1-13 (pag. 23)
RB 5,14-19 (pag. 24)
DECLARATIO ARTS. 52-53 (pag. 24)

CAPÍTULO 6 DO SILÊNCIO (pag. 25)
RB 6,1-8 (pag. 25)
DECLARATIO ARTS. 48-49 (pag. 25)

CAPÍTULO 7 DA HUMILDADE (pag. 26)
RB 7,1-4 (pag. 26)
RB 7,5-9 (pag. 27)
DECLARATIO ART. 65 (pag. 27)
RB 7,10-18 (pag. 27)
RB 7,19-23 (pag. 28)
RB 7,24-30 (pag. 29)
RB 7,31-33 (pag. 29)
DECLARATIO ART. 66 (pag. 29)
RB 7,34 (pag. 30)
DECLARATIO ART. 67 (pag. 30)
RB 7,35-43 (pag. 30)
DECLARATIO ART. 68 (pag. 31)
RB 7,44-48 (pag. 31)
DECLARATIO ART. 116 (pag. 32)
RB 7,49-50 (pag. 32)
DECLARATIO ART. 117 (pag. 33)
RB 7,51-54 (pag. 33)
RB 7,55 (pag. 34)
RB 7,56-58 (pag. 34)
RB 7,59 (pag. 34)
RB 7,60-61 (pag. 34)
RB 7,62-70 (pag. 35)
DECLARATIO ART. 10 (pag. 35)

133

CAPÍTULO 8 DOS OFÍCIOS DIVINOS DURANTE A NOITE (pag. 36)
RB 8,1-4 (pag. 36)
DECLARATIO ARTS. 18-21 (pag. 36)

CAPÍTULO 9 QUANTOS SALMOS DEVEM SER DITOS NAS HORAS NOTURNAS (pag. 38)
RB 9,1-10 (pag. 38)
DECLARATIO ART. 22 (pag. 38)

CAPÍTULO 10 COMO SERÁ CELEBRADO NO VERÃO O LOUVOR DIVINO (pag. 39)
RB 10-1-3 (pag. 39)
DECLARATIO ART. 23 (pag. 39)

CAPÍTULO 11 COMO SERÃO CELEBRADAS AS VIGÍLIAS AOS DOMINGOS (pag. 40)
RB 11, 1-13 (pag. 40)
DECLARATIO ART. 24 (pag. 41)

CAPÍTULO 12 COMO SERÁ REALIZADA A SOLENIDADE DAS MATINAS (pag. 42)
RB 12,1-4 (pag. 42)
DECLARATIO ART. 25 (pag. 42)

CAPÍTULO 13 COMO SERÃO REALIZADAS AS MATINAS EM DIA COMUM (pag. 43)
RB 13,1-11 (pag. 43)
RB 13,12-14 (pag. 43)
DECLARATIO ARTS. 26-28 (pag. 44)

CAPÍTULO 14 COMO SERÃO CELEBRADAS AS VIGÍLIAS NOS NATALÍCIOS DOS SANTOS (pag. 45)
RB 14,1-2 (pag. 45)
DECLARATIO ART. 29 (pag. 46)

CAPÍTULO 15 EM QUAIS ÉPOCAS SERÁ DITO O ALELUIA (pag. 46)
RB 15,1-4 (pag. 46)
DECLARATIO ART. 59 (pag. 47)

CAPÍTULO 16 COMO SERÃO CELEBRADOS OS OFÍCIOS DURANTE O DIA (pag. 47)
RB 16,1-5 (pag. 47)
DECLARATIO ART. 60 (pag. 47)

CAPÍTULO 17 QUANTOS SALMOS DEVERÃO SER CANTADOS NESSAS MESMAS HORAS (pag. 48)
RB 17,1-10 (pag. 48)
DECLARATIO ART.61 (pag. 49)

134

CAPÍTULO 18 EM QUE ORDEM OS MESMOS SALMOS DEVEM SER DITOS (pag. 50)
RB 18,1-6 (pag. 50)
RB 18,7-11 (pag. 50)
RB 18,12-19 (pag. 51)
RB 18,20-25 (pag. 51)
DECLARATIO ART. 62 (pag. 52)

CAPÍTULO 19 DA MANEIRA DE SALMODIAR (pag. 52)
RB 19,1-7 (pag. 52)
DECLARATIO ART. 63 (pag. 52)

CAPÍTULO 20 DA REVERÊNCIA NA ORAÇÃO (pag. 53)
RB 20,1-5 (pag. 53)
DECLARATIO ART. 64 (pag. 53)

CAPÍTULO 21 DOS DECANOS DO MOSTEIRO (pag. 54)
RB 21,1-7 (pag. 54)
DECLARATIO ART. 77 (pag. 54)

CAPÍTULO 22 COMO DEVEM DORMIR OS MONGES (pag. 55)
RB 22,1-8 (pag. 55)

CAPÍTULO 23 DA EXCOMUNHÃO PELAS FALTAS (pag. 56)
RB 23,1-5 (pag. 56)
DECLARATIO ART. 78 (pag. 56)

CAPÍTULO 24 QUAL DEVE SER O MODO DE PROCEDER-SE À EXCOMUNHÃO (pag. 57)
RB 24,1-7 (pag. 57)
DECLARATIO ART. 81 (pag. 57)

CAPÍTULO 25 DAS FALTAS MAIS GRAVES (pag. 58)
RB 25,1-6 (pag. 58)
DECLARATIO ART. 82 (pag. 58)

CAPÍTULO 26 DOS QUE SEM AUTORIZAÇÃO SE JUNTAM AOS EXCOMUNGADOS (pag. 59)
RB 26,1-2 (pag. 59)
DECLARATIO ART. 83 (pag. 59)

135

CAPÍTULO 27 COMO DEVE O ABADE SER SOLÍCITO PARA COM OS EXCOMUNGADOS (pag. 60)
RB 27,1-9 (pag. 60)
DECLARATIO ART. 84 (pag. 60)

CAPÍTULO 28 DAQUELES QUE MUITAS VEZES CORRIGIDOS NÃO QUISEREM EMENDAR-SE (pag. 61)
RB 28,1-7 (pag. 61)
DECLARATIO ART. 85 (pag. 62)

CAPÍTULO 29 SE DEVEM SER NOVAMENTE RECEBIDOS OS IRMÃOS QUE SAEM DO MOSTEIRO (pag. 63)
RB 29,1-3 (pag. 63)
DECLARATIO ART. 86 (pag. 63)

CAPÍTULO 30 DE QUE MANEIRA SERÃO CORRIGIDOS OS DE MENOR IDADE (pag. 64)
RB 30,1-3 (pag. 64)
DECLARATIO ART. 87 (pag. 64)

CAPÍTULO 31 COMO DEVE SER O CELEIREIRO DO MOSTEIRO (pag. 65)
RB 31,1-12 (pag. 65)
RB 31,13-19 (pag. 66)
DECLARATIO ART. 100 (pag. 66)

CAPÍTULO 32 DAS FERRAMENTAS E OBJETOS DO MOSTEIRO (pag. 67)
RB 32,1-5 (pag. 67)
DECLARATIO ART. 38 (pag. 67)

CAPÍTULO 33 SE OS MONGES DEVEM POSSUIR ALGUMA COISA DE PRÓPRIO (pag. 68)
RB 33,1-8 (pag. 68)
DECLARATIO ARTS. 50-51 (pag. 6)

CAPÍTULO 34 SE TODOS DEVEM RECEBER IGUALMENTE O NECESSÁRIO (pag. 69)
RB 34,1-7 (pag. 69)
DECLARATIO ART. 15-17 (pag. 69)

CAPÍTULO 35 DOS SEMANÁRIOS DA COZINHA (pag. 72)
RB 35,1-11 (pag. 72)
RB 35,12-18 (pag. 72) DECLARATIO ARTS. 108-109 (pag. 73)

136

CAPÍTULO 36 DOS IRMÃOS ENFERMOS (pag. 74)
RB 36,1-10 (pag. 74)
DECLARATIO ART. 56 (pag. 75)

CAPÍTULO 37 DOS VELHOS E DAS CRIANÇAS (pag. 76)
RB 37,1-3 (pag. 76)
DECLARATIO ART. 32 (pag. 76)

CAPÍTULO 38 DO LEITOR SEMANÁRIO (pag. 76)
RB 38,1-12 (pag. 76)
DECLARATIO ART. 110-112 (pag. 77)

CAPÍTULO 39 DA MEDIDA DA COMIDA (pag. 78)
RB 39,1-11 (pag. 78)
DECLARATIO ARTS. 113, 114 E 118 (pag. 79)

CAPÍTULO 40 DA MEDIDA DA BEBIDA (pag. 80)
RB 40,1-9 (pag. 80)
DECLARATIO ARTS. 119-120 (pag. 80)

CAPÍTULO 41 A QUE HORAS CONVÉM FAZER AS REFEIÇÕES (pag. 81)
RB 41,1-9 (pag. 81)
DECLARATIO ARTS. 121-122 (pag. 82)

CAPÍTULO 42 QUE NINGUÉM FALE DEPOIS DAS COMPLETAS (pag. 83)
RB 42,1-11 (pag. 83)
DECLARATIO ARTS. 124-125 (pag. 84)

CAPÍTULO 43 DOS QUE CHEGAM TARDE AO OFÍCIO DIVINO OU À MESA (pag. 85)
RB 43,1-12 (pag. 85)
RB 43,13-19 (pag. 86)
DECLARATIO ART. 88 (pag. 86)

CAPÍTULO 44 COMO DEVEM FAZER SATISFAÇÃO OS QUE TIVEREM SIDO EXCOMUNGADOS (pag. 87)
RB 44,1-10 (pag. 87)
DECLARATIO ART. 89 (pag. 88)

CAPÍTULO 45 DOS QUE ERRAM NO ORATÓRIO (pag. 90)
RB 45,1-3 (pag. 90)
DECLARATIO ART. 90 (pag. 90)

137

CAPÍTULO 46 DAQUELES QUE COMETEM FALTAS EM QUAISQUER OUTRAS COISAS (pag. 90)
RB 46,1-6 (pag. 90)
DECLARATIO ART. 91 (pag. 91)

CAPÍTULO 47 COMO DEVE SER DADO O SINAL PARA O OFÍCIO DIVINO (pag. 92)
RB 47,1-4 (pag. 92)
DECLARATIO ART. 92 (pag. 92)

CAPÍTULO 48 DO TRABALHO MANUAL COTIDIANO (pag. 93)
RB 48,1-9 (pag. 93)
DECLARATIO ARTS. 34 E 69 (pag. 93)
RB 48,10-21 (pag. 94)
DECLARATIO ART. 70 (pag. 95)
RB 48,22-25 (pag. 95)
DECLARATIO ART. 73 (pag. 96)

CAPÍTULO 49 DA OBSERVÂNCIA DA QUARESMA (pag. 96)
RB 49,1-10 (pag. 96)
DECLARATIO ARTS. 30-31 (pag. 97)

CAPÍTULO 50 DOS IRMÃOS QUE TRABALHAM LONGE DO ORATÓRIO OU ESTÃO EM VIAGEM (pag. 98)
RB 50,1-4 (pag. 98)
DECLARATIO ART. 71 (pag. 98)

CAPÍTULO 51 DOS IRMÃOS QUE PARTEM PARA NÃO MUITO LONGE (pag. 99)
RB 51,1-3 (pag. 99)
DECLARATIO ART. 76 (pag. 99)

CAPÍTULO 52 DO ORATÓRIO DO MOSTEIRO (pag. 100)
RB 52,1-5 (pag. 100)
DECLARATIO ARTS. 36-37 (pag. 100)

CAPÍTULO 53 DA RECEPÇÃO DOS HÓSPEDES (pag. 101)
RB 53,1-15 (pag. 101)
RB 53,16-24 (pag. 102)
DECLARATIO ART. 75 (pag. 103)

CAPÍTULO 54 SE O MONGE DEVE RECEBER CARTAS OU QUALQUER OUTRA COISA (pag. 103)
RB 54,1-5 (pag. 103)

138

CAPÍTULO 55 DO VESTUÁRIO E DO CALÇADO DOS IRMÃOS (pag. 104)
RB 55,1-14 (pag. 104)
RB 55,15-22 (pag. 104)

CAPÍTULO 56 DA MESA DO ABADE (pag. 105)
RB 56,1-3 (pag. 105)

CAPÍTULO 57 DOS ARTISTAS DO MOSTEIRO (pag. 105)
RB 57,1-8 (pag. 105)
DECLARATIO ART. 74 (pag. 106)

CAPÍTULO 58 DA MANEIRA DE PROCEDER À RECEPÇÃO DOS IRMÃOS (pag. 106)
RB 58,1-16 (pag. 106)
RB 58,17-29 (pag. 107)
DECLARATIO ARTS. 39-42 (pag. 108)

CAPÍTULO 59 DOS FILHOS DOS NOBRES OU DOS POBRES QUE SÃO OFERECIDOS (pag. 109)
RB 59,1-7 (pag. 109)
DECLARATIO ART. 43 110)

CAPÍTULO 60 DOS SACERDOTES QUE, PORVENTURA, QUISEREM HABITAR NO MOSTEIRO (pag. 110)
RB 60,1-9 (pag. 110)
DECLARATIO ART. 44 (pag. 111)

CAPÍTULO 61 DOS MONGES PEREGRINOS COMO DEVEM SER RECEBIDOS 8pag. 111)
RB 61,1-5 (pag. 111)
RB 61,6-14 (pag. 112)
DECLARATIO ART. 45 (pag. 112)

CAPÍTULO 62 DOS SACERDOTES DO MOSTEIRO (pag. 113)
RB 62,1-11 (pag. 113)
DECLARATIO ART. 72 (pag. 114)

CAPÍTULO 63 DA ORDEM NA COMUNIDADE (pag. 114)
RB 63,1-9 (pag. 114)
RB 63,10-19 (pag. 115)

139

CAPÍTULO 64 DA ORDENAÇÃO DO ABADE (pag. 116)
RB 64,1-6 (pag. 116)
RB 64,7-22 (pag. 116)
DECLARATIO ART. 99 (pag. 117)

CAPÍTULO 65 DO PRIOR DO MOSTEIRO (pag. 117)
RB 65,1-10 (pag. 117)
RB 65,11-22 (pag. 118)
DECLARATIO ART. 101 (pag. 119)

CAPÍTULO 66 DOS PORTEIROS DO MOSTEIRO (pag. 119)
RB 66,1-8 (pag. 119)

CAPÍTULO 67 DOS IRMÃOS MANDADOS EM VIAGEM (pag. 120)
RB 67,1-7 (pag. 120)
DECLARATIO ART. 35 (pag. 120)

CAPÍTULO 68 SE SÃO ORDENADAS A UM IRMÃO COISAS IMPOSSÍVEIS (pag. 121)
RB 68,1-5 (pag. 121)
DECLARATIO ARTS. 54-55 (pag. 121)

CAPÍTULO 69 NO MOSTEIRO NÃO PRESUMA UM DEFENDER O OUTRO (pag. 122)
RB 69,1-4 (pag. 122)

CAPÍTULO 70 NÃO PRESUMA ALGUÉM BATER EM OUTREM A PRÓPRIO ARBÍTRIO (pag. 123)
RB 70,1-7 (pag. 123)

CAPÍTULO 71 QUE SEJAM OBEDIENTES UNS AOS OUTROS (pag. 123)
RB 71,1-9 (pag. 123)
DECLARATIO ART. 33 (pag. 124)

CAPÍTULO 72 DO BOM ZELO QUE OS MONGES DEVEM TER (pag. 124)
RB 72,1-12 (pag. 124)
DECLARATIO ARTS. 57-58 (pag. 125)

CAPÍTULO 73 DE QUE NEM TODA A OBSERVÂNCIA DA JUSTIÇA SE ACHA ESTABELECIDA NESTA REGRA (pag. 126)
RB 73,1-9 (pag. 126)

TERMINA A REGRA (pag. 126)
DECLARATIO ARTS. 3-9 (pag. 126)

34

RB 7,55

5 fev
6 jun
6 out
O

oitavo grau da humildade consiste em que só faça o monge o que lhe exortam a Regra comum do mosteiro e os exemplos de seus maiores.



RB 7,56-58

6 fev
7 jun
7 out
O

nono grau da humildade consiste em que o monge negue o falar a sua língua, entregando-se ao silêncio; nada diga, até que seja interrogado, pois mostra a Escritura que "no muito falar não se foge ao pecado" e que "o homem que fala muito não se encaminhará bem sobre a terra".



RB 7,59

7 fev
8 jun
8 out
O

décimo grau da humildade consiste em que não seja o monge fácil e pronto ao riso, porque está escrito: "O estulto eleva sua voz quando ri".



RB 7,60-61

8 fev
9 jun
9 out
O

undécimo grau da humildade consiste em, quando falar, fazê-lo o monge suavemente e sem riso, humildemente e com gravidade, com poucas e razoáveis palavras e não em alta voz, conforme o que está es-crito: "O sábio manifesta-se com poucas palavras".







35

RB 7,62-70

9 fev
10 jun
10 out
O

duodécimo grau da humildade consiste em que não só no coração tenha o monge a humildade, mas a deixe transparecer sempre, no próprio corpo, aos que o vêem, isto é, que no ofício divino, no oratório, no mosteiro, na horta, quando em caminho, no campo ou onde quer que esteja, sentado, andando ou em pé, tenha sempre a cabeça inclinada, os olhos fixos no chão, considerando-se a cada momento culpado de seus pecados, tenha-se já como presente diante do tremendo juízo de Deus, dizendo-se a si mesmo, no coração, aquilo que aquele publicano do Evangelho disse, com os olhos pregados no chão: "Senhor, não sou digno, eu pecador, de levantar os olhos aos céus". E ainda, com o Profeta: "Estou completamente curvado e humilhado".

Tendo, por conseguinte, subido todos esses degraus da humildade, o monge atingirá logo, aquela caridade de Deus, que, quando perfeita, afasta o temor; por meio dela tudo o que observava antes não sem medo começará a realizar sem nenhum labor, como que naturalmente, pelo costume, não mais por temor do inferno, mas por amor de Cristo, pelo próprio costume bom e pela deleitação das virtudes.

Eis o que, no seu operário, já purificado dos vícios e pecados, se dignará o Senhor manifestar por meio do Espírito Santo.

Declaratio art. 10

10. A fonte mais importante e mais rica de nossa vida é a ação e a inspiração do Espírito Santo em nós. Cremos firmemente que o Espírito Santo opera em nós e nos inflama o coração para melhor conhecermos a vontade de Deus e mais prontamente segui-Ia. Nada nos é tão necessário como visualizar com lealdade, sob a luz do Espírito Santo, a nossa vida e a nossa vocação e atender solicitamente as suas inspirações. Sua operação, embora misteriosa, manifesta-se principalmente na fraterna concórdia dos membros de uma comunidade que sinceramente procuram conhecer a vontade de Deus e criar formas adequadas e dignas do serviço de Deus. Uma troca de idéias nobre e aberta, uma sincera deliberação em comum, a cooperação responsável de todos os membros são os meios principais através dos quais se manifestam a ação e a inspiração do Espírito Santo.

36

Capítulo 8 Dos Ofícios Divinos durante a noite

RB 8,1-4

10 fev
11 jun
11 out
E

m tempo de inverno, isto é, de primeiro de novembro até a Páscoa, em consideração ao que é razoável, devem os monges levantar-se à oitava hora da noite de modo que durmam um pouco mais da metade da noite e se levantem tendo já feita a digestão. O tempo que resta depois das Vigílias seja empregado na preparação de algum trecho do saltério ou das lições, por parte dos irmãos que disto necessitarem. Da Páscoa, porém, até o referido dia primeiro de novembro, seja regulada a hora de tal maneira que as Matinas que devem ser celebradas quando começa a clarear, venham em seguida ao ofício das Vigílias, depois de brevíssimo intervalo, durante o qual os irmãos saem para as necessidades naturais.

Declaratio arts. 18-21

18. Nossa Ordem - como toda pessoa física e moral - conserva em si o seu passado, carrega a hereditariedade e o peso, não só de sua história, nas origens de Cister, mas também da história de todo o monaquismo, cujas raízes remontam aos primeiros séculos do cristianismo. Será, por isso, útil, recordar brevemente as principais etapas da história do monaquismo e a importância de cada uma delas22.

19. As formas primitivas da vida monástica existiam desde os primeiros tempos da Igreja (confessores e virgens, a cuja vida alguns dão o nome de "monaquismo doméstico"). No século lII, além da citada forma, aparecem os anacoretas e cenobitas em toda a Igreja e, desde o século IV foram escritas regras para estatuir a vida das novas instituições monásticas e para transmitir as experiências dos "Pais espirituais". Mas o Evangelho



22 Veja-se A. VEILLEUX, Évolution de la vie religieuse dans son contexte historico-spirituel, Collectanea Cisterciensia 32 (1970) 129-154. Versão inglesa: The Evolution of the Religious Life in the Historical and Spiritual Context, Cistercian Studies 6 (1971) 8-34.

37

permanecia a "Regra não regulamentada", à qual todas as regras se submetiam23.

20. Entre essas regras, ocupa lugar de destaque a Regra de São Bento. O Sto. Patriarca resume na sua "mínima regra de iniciação"24 as outras regras - Segundo ela, o mosteiro é a "escola do serviço do Senhor"25, na qual a comunidade, sob a paternidade do Cristo26, do qual o Abade faz as vezes, guiada pelo Evangelho, trilha o caminho dos mandamentos de Deus, no serviço fraterno, no equilíbrio harmônico do Opus Dei, da lectio divina e do trabalho, além de outros exercícios.

21. A Regra, que diz respeito à ordem das atividades no interior do mosteiro, recebe um certo complemento da "Vida de São Bento", que nos é narrada nos Diálogos de São Gregório. Embora não seja estritamente histórica em todos os detalhes27, revela-nos como segundo a tradição o próprio Patriarca acolhia os que vinham ao mosteiro e como procedia fora do claustro. Com efeito, S.Gregório conta-nos que S.Bento, "com perseverante pregação, instruiu na fé a multidão dos que viviam na sua vizinhança" e que também enviou seus monges à aldeia vizinha "para exortar os fiéis"28.


23 Esta constatação é muito importante, porque, por exemplo, se tem descrito a Regra de s. Bento como um «compêndio de Evangelho para os monjes». Sobre isto o Abade A. Veilleux, na consideração 22 de seu artigos citados, dice: «...la Règle...condensé de l'Évangile. En réalité, une telle expresión est fort équivoque. Ceux qui l'emploient donnent facilment l'impression de croire que l'auteur de la Règle y aurait ramassé tout ce qui, dans l'Évangile, est utile aux moines, de sorte que ceux-ci puissent se dispenser de recourir directement à l'Éscriture. Ce serait là une grossière erreur. Le rôle de la Règle n'est pas de remplacer l'Évangile, mais d'y conduire et d'aider à en comprendre les exigences» (loc. cit., p. 198).
24 RB 73, 8.
25 RB, Prol. 45.
26 RB, Prol. 21 e 49.
27 Veja-se C. LAMBOT, La vie et les miracles de S. Benoït racontés par S. Grégoire le Grand, Revue Liturgique et Monastique 19 (1933-1934) 137-165.
28 S. GREGÓRIO o GRANDE, Dialogorum Liber II, cap. 8 (PL 66, col. 152) y cap. 19 (PL 66, col. 170). Veja-se também uma boa edição com tradução castelhana em San Benito. Su vida y su Regla, obra já citada, p. 133-239. A. DE VOGÜÉ publicou a edição crítica na coleção Sources Chrétiennes, 21, 260 y 265 (Paris 1978-1980).

38

Capítulo 9 Quantos salmos devem ser ditos nas Horas noturnas

RB 9,1-10

11 fev
12 jun
12 out
N

o tempo de inverno acima citado, diga-se em primeiro lugar o versículo, repetido três vezes: "Senhor, abrireis os meus lábios e minha boca anunciará vosso louvor", ao qual deve ser acrescentado o salmo terceiro e o "Glória". Depois desse, o salmo nonagésimo quarto, com antífona, ou então cantado. Segue-se o Ambrosiano e depois seis salmos com antífonas. Recitados esses e dito o versículo, o Abade dê a bênção; depois, achando-se todos sentados nos bancos sejam lidas pelos irmãos, um de cada vez, três lições do livro que está sobre a estante. Entre elas cantem-se três responsórios. Dois destes responsórios são ditos sem "Glória", porém, depois da terceira lição, quem está cantando diga o "Glória". Quando esse começar, levantem-se logo todos de seus assentos em honra e reverência à Santíssima Trindade. Leiam-se, nas Vigílias, os livros de autoria divina, tanto do Antigo como do Novo Testamento, e também as exposições que sobre eles fizeram os Padres católicos conhe-cidos e ortodoxos. A essas três lições com seus responsórios, sigam-se os seis salmos restantes cantados com "Aleluia". Vêm, em seguida, a lição do Apóstolo, que deve ser recitada de cor, o versículo e a súplica da litania, isto é, "Kyrie eleison", e assim terminem as Vigílias noturnas.

Declaratio art. 22

22. A Regra de S. Bento não era a única e não era universalmente observada até o tempo de S.Bento de Aniano (época "regulae mixtae"). Nessa época, no entanto, ela é adotada, paulatinamente, em quase todos os mosteiros do lmpério de Carlos Magno. Com isto, apareceu certa uniformidade de vida no monaquismo ocidental, que pode ser chamado de "Beneditino" .

Os Sínodos dos séculos IX a X, esforçaram-se por distinguir, claramente, os monges dos cônegos regulares, mas com pouco resultado, pois crescia sempre mais o número de monges que recebiam os ordens sacras e assim

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passavam para o estado clerical, enquanto os cônegos regulares ordenavam a própria vida pelos usos monásticos. Ainda mais; o monaquismo dos séculos X e XI, perdendo a simplicidade da vida monacal, aumentava a duração e os elementos dos atos litúrgicos na vida monástica, de modo que se perdeu inteiramente o equilíbrio entre a oração e o trabalho29.



Capítulo 10 Como será celebrado no verão o louvor divino

RB 10-1-3

12 fev
13 jun
13 out
D

a Páscoa até primeiro de novembro, mantenha-se, quanto à salmodia, a mesma medida acima determinada; as lições do livro, porém, por causa da brevidade das noites, não são lidas; em lugar dessas três lições, seja recitada de memória uma do Antigo Testamento, seguida de responsório breve, e cumpram-se todas as outras coisas como ficou dito acima, isto é: que nunca se digam nas Vigílias noturnas, menos de doze salmos além do terceiro e do nonagésimo quarto.

Declaratio art. 23

23. No decorrer, no entanto, do século XI, apareceram novos movimentos espirituais entre os monges (e os cônegos), com o fim de retornar à verdadeira pobreza evangélica, ao trabalho manual, à pureza da Regra e às autênticas fontes do monaquismo antigo.

Cister foi fundada para tal fim. Os fundadores do "Novo Mosteiro" restabeleceram o equilíbrio entre a vida litúrgica e o trabalho, embora não tivesse voltado à letra da Regra - do todo. Realmente, várias funções


29 Veja-se Ph. SCHMITZ, L'influence de Saint Benoît d'Aniane dans l'histoire de l'Ordre de Saint Benoît, en Il monachesimo nell'alto medioevo a la formazione della civiltà occidentale (Centro Italiano di Studi sull'Alto Medioevo, Spoleto 1957) 401-415, asim como La liturgie de Cluny, en Spiritualità Cluniacense (Todi 1060) 84-99, e especialmente a p. 89: «Si nous faisons le bilan de la journée liturgique à Cluny, nous arriverons à un résultat surprenant: avec la quarantaine de psaumes de l'office prescrit par S. Benoît, la communauté a récité, en un seul jour, quelque 215 psaumes...».

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litúrgicas, desconhecidas no tempo de S. Bento, e posteriormente introduzidas (como, por exemplo, a missa conventual cotidiana) foram conservadas e mudaram, assim, a ordem do dia. Receberam, além disso, os irmãos conversos, porque diziam ser-lhes impossível, sem eles , "observar os preceitos da Regra dia e noite"30. Isto atesta que eles mesmos compreendiam então a Regra em muitos pontos, não no seu sentido histórico do século VI, mas conforme os comentários posteriores.

Os mosteiros fundados por Cister e suas filiais foram, desde o início, abadias independentes, unidas entre si, conforme estabelecia a Carta da Caridade. Seus abades reuniam-se anualmente em Cister para o Capítulo Geral, a fim de promover o bem espiritual dos monges a eles confiados.

Desde os primeiros decênios do século XII, os abades da nossa Ordem promoveram fundações de mosteiros de monjas e lhes prestaram ajuda para que pudessem orientar a própria vida. Até o ano de 1184, os mosteiros masculinos e femininos, estavam sob a jurisdição dos bispos. Após ter obtido a isenção, muitos mosteiros de monjas foram incorporados à Ordem.

No início, as abadessas fundadoras visitavam regularmente as abadias por elas fundadas e estas celebravam os próprios capítulos. No entanto, por causa de lei da clausura, que na Idade Média se tornou cada vez mais rigorosa, principalmente para as monjas, a visita passou a ser feita pelo pai imediato e os capítulos das Abadessas, porém, não se celebraram mais.



Capítulo 11 Como serão celebradas as Vigílias aos domingos

RB 11, 1-13

13 fev
14 jun
14 out
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os domingos, levante-se mais cedo para as Vigílias, nas quais se mantenha a mesma medida já referida, isto é: modulados, conforme dispusemos acima, seis salmos e o versículo, e estando todos convenientemente e pela ordem assentados nos bancos, leiam-se no livro, como já


30 Exordium Parvum, XV.

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